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A Glicina é o aminoácido mais simples do organismo, mas com papéis surpreendentemente importantes. Ela atua como neurotransmissor (com efeito calmante no sistema nervoso) e é peça-chave na produção de substâncias essenciais, como o colágeno e a glutationa (um dos principais antioxidantes do corpo). É bastante utilizada como suporte à qualidade do sono e ao bem-estar geral.
A Glicina serve, principalmente, como suporte à qualidade do sono e como matéria-prima para colágeno e antioxidantes. Entre suas indicações de uso, destacam-se:
A Glicina tem uma atuação dupla no sistema nervoso: é um neurotransmissor inibitório (que acalma) e também modula finamente os receptores ligados ao estímulo. Um efeito curioso e relevante: ela ajuda a reduzir levemente a temperatura corporal central (por meio de vasodilatação periférica), e essa queda de temperatura é justamente um dos gatilhos naturais do sono — por isso melhora a qualidade e a facilidade de adormecer.
Além disso, a Glicina é literalmente matéria-prima do organismo: cerca de um terço do colágeno é feito dela, e ela é essencial para produzir glutationa (antioxidante), creatina e outras moléculas. Esse papel estrutural e antioxidante explica seus benefícios amplos. Tem nível de evidência moderado para várias dessas aplicações.
Entre os benefícios associados à Glicina estão a melhora da qualidade do sono, o suporte à saúde da pele e das articulações (via colágeno), o reforço antioxidante (via glutationa) e o apoio ao equilíbrio metabólico. Os resultados variam conforme o organismo e tendem a ser melhores com uso contínuo e bons hábitos.
A dosagem usual situa-se, em geral, entre 500 mg e 3000 mg por via oral. Quando o objetivo é o sono, costuma ser tomada cerca de 30 a 60 minutos antes de deitar. A quantidade ideal e a forma de uso devem ser definidas por um médico ou nutricionista.
A Glicina é geralmente bem tolerada. É contraindicada em casos de hipersensibilidade, e na gestação e lactação recomenda-se manter os níveis da alimentação habitual. Um cuidado específico: pessoas que usam clozapina (um antipsicótico) devem ter atenção, pois a glicina pode reduzir a eficácia desse medicamento. Ela também pode potencializar o efeito de sedativos. Em qualquer situação, o uso deve ser orientado por um profissional de saúde.
Serve principalmente como suporte à qualidade do sono e como matéria-prima para o colágeno e a glutationa (antioxidante). Também atua como neurotransmissor calmante e dá suporte metabólico.
Sim, é um de seus usos mais conhecidos. A Glicina ajuda a reduzir levemente a temperatura corporal e tem efeito calmante, o que facilita adormecer e melhora a qualidade do sono. Costuma ser tomada antes de deitar.
A Glicina é uma das principais matérias-primas do colágeno (cerca de um terço dele), por isso dá suporte à saúde da pele, das articulações e dos tecidos. Funciona melhor como parte de uma boa alimentação.
Quando o objetivo é o sono, costuma ser tomada de 30 a 60 minutos antes de deitar. Para outros objetivos, a orientação pode variar. Um profissional define o melhor esquema de uso.
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