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A Espinheira-Santa é uma das plantas medicinais brasileiras mais consagradas para a saúde do estômago. Nesta forma de extrato seco padronizado, em cápsulas, ela concentra de forma estável os princípios ativos da Maytenus ilicifolia — principalmente flavonoides e taninos — com dose mais precisa e prática que a tintura. É amplamente utilizada como gastroprotetor e antiulceroso.
A Espinheira-Santa serve, principalmente, como suporte à proteção do estômago e ao tratamento de quadros gástricos. Entre suas indicações de uso, destacam-se:
A Espinheira-Santa atua de várias formas complementares sobre o estômago. Seus flavonoides e taninos aumentam a produção e a qualidade do muco gástrico (a camada protetora da parede do estômago), elevam o pH do suco gástrico (tornando-o menos ácido) e reduzem a secreção ácida. O efeito antiulceroso é bem documentado, com eficácia comparável aos medicamentos antagonistas H2 em estudos brasileiros.
Em paralelo, tem ação antioxidante, anti-inflamatória, cicatrizante da mucosa e atividade contra a bactéria Helicobacter pylori, frequentemente envolvida em gastrites e úlceras. Por seu uso bem estabelecido e respaldo científico, a Espinheira-Santa em extrato seco é uma das opções fitoterápicas mais consagradas para o aparelho digestivo. Tem nível de evidência moderado.
Entre os benefícios associados à Espinheira-Santa estão a proteção da mucosa do estômago, o alívio de sintomas como azia e má digestão, o suporte à cicatrização em quadros de úlcera e a contribuição antioxidante e anti-inflamatória. Os resultados variam conforme o organismo, e o uso é mais efetivo dentro de uma abordagem que inclui hábitos alimentares adequados.
A dosagem usual do extrato seco situa-se em geral entre 300 mg e 900 mg por via oral. Costuma ser tomada antes das refeições. A quantidade ideal, a frequência e a duração do uso devem ser definidas individualmente por um profissional de saúde.
A Espinheira-Santa é contraindicada durante a gestação (pode reduzir a produção de leite e ter efeito uterino) e a lactação, em crianças, e em casos de hipersensibilidade. Por conter taninos, pode reduzir a absorção de ferro e de alguns medicamentos e minerais — sendo recomendável espaçar o uso em relação a outras medicações e suplementos de ferro. Pode também interagir com antiácidos. O uso deve ser orientado por um profissional de saúde.
Serve principalmente como protetor do estômago, auxiliando no tratamento de gastrite, úlcera, azia e má digestão, pela sua ação gastroprotetora e cicatrizante da mucosa.
A cápsula (extrato seco) entrega uma dose padronizada e mais precisa dos princípios ativos, de forma prática e sem álcool. A tintura é um extrato hidroalcoólico (com álcool), que muitas pessoas usam diluído em água. A escolha depende da preferência e da orientação profissional.
Não. A Espinheira-Santa é contraindicada na gestação (pode ter efeito uterino) e na amamentação (pode reduzir a produção de leite). Nesses períodos, deve-se evitar.
Pode interferir. Os taninos da planta podem reduzir a absorção de medicamentos, ferro e alguns minerais. Por isso, é recomendável espaçar o uso em relação a outras medicações, sob orientação profissional.
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