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A Colina é um nutriente essencial, com função semelhante à das vitaminas do complexo B. Nesta forma de bitartarato, é utilizada como suporte à função cognitiva, à memória e à saúde do fígado. A colina é fundamental para a produção de um importante neurotransmissor e para a estrutura das membranas das células, sendo necessária em todas as fases da vida.
A Colina serve, principalmente, como suporte cognitivo e à saúde do fígado. Entre suas indicações de uso, destacam-se:
A Colina tem três papéis principais. Primeiro, é a matéria-prima direta da acetilcolina, o neurotransmissor ligado à memória, ao aprendizado e à função muscular. Segundo, é componente estrutural das membranas das células (via fosfatidilcolina). Terceiro, é um doador de grupos metila, participando de processos importantes do metabolismo, incluindo o controle da homocisteína.
Além disso, a colina é essencial para o transporte de gorduras no fígado, ajudando a prevenir o acúmulo de gordura hepática (esteatose). É também crucial para o desenvolvimento do cérebro do bebê durante a gestação. Tem nível de evidência moderado para essas aplicações, e é reconhecida como nutriente essencial.
Entre os benefícios associados à Colina estão o suporte à memória e ao raciocínio, o auxílio à saúde do fígado, o apoio ao desenvolvimento neural e a contribuição ao metabolismo. Os resultados variam conforme o organismo e a real necessidade, e o uso tende a ser melhor integrado a uma boa alimentação.
A dosagem usual situa-se, em geral, entre 250 mg e 1000 mg por via oral. A quantidade ideal e a duração do uso devem ser definidas individualmente por um médico ou nutricionista, conforme o objetivo e a fase da vida de cada pessoa.
A Colina é contraindicada em casos de hipersensibilidade e na trimetilaminúria (uma condição genética conhecida como "síndrome do odor de peixe", que ela agrava). Em doses elevadas, pode causar odor corporal de peixe, sudorese, queda de pressão e desconforto gastrointestinal. Na gestação, deve-se seguir a recomendação diária adequada. Ela pode interagir com o metotrexato e potencializar medicamentos de ação colinérgica. O uso deve ser orientado por um profissional de saúde.
Serve principalmente como suporte à memória e à função cognitiva (sendo matéria-prima da acetilcolina) e à saúde do fígado, além de ser importante no desenvolvimento neural durante a gestação.
Sim, é um de seus principais usos. A colina é a matéria-prima da acetilcolina, o neurotransmissor ligado à memória e ao aprendizado, por isso dá suporte à função cognitiva.
Sim. A colina é essencial para o desenvolvimento do cérebro do bebê. Durante a gestação, a necessidade aumenta — mas a dose deve seguir a recomendação e a orientação do médico que acompanha a gestante.
Em doses elevadas, a colina pode causar um odor corporal de peixe em algumas pessoas. Ela é contraindicada para quem tem trimetilaminúria (a síndrome do odor de peixe). O uso deve respeitar a dose orientada.
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